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A pandemia de coronavírus avança como um nevoeiro espesso cobrindo a cidade aos poucos. O medo se espalha na população. A economia do país, doente e fragilizada, respira por aparelhos. As perspectivas são incertas e sombrias.

O DIEESE avalia as possibilidades de reação da economia em nota técnica. O quadro pintado é como um Salvador Dali combinado com Portinari.

Em meio a uma crise sanitária sem precedentes, moradores de favelas e periferias, pessoas em situação de rua, desempregados, precarizados e a população pobre em geral que não pode sequer comprar um frasco de álcool gel, serão as grandes vítimas, tanto no número de casos e mortes, quanto nas consequências econômicas.

Segundo a nota técnica, o Brasil, “mal recuperado da recessão de 2014, com índices medíocres de crescimento econômico e altas taxas de desemprego”, se entrar num “novo mergulho na recessão, poderá causar prejuízos insuportáveis para toda a população. E as perspectivas de duração da pandemia variam de 4 meses a 2 anos, com um rastro de incertezas sem precedentes.”

A nota também mostra que “basicamente são quatro os níveis de impacto do coronavírus na economia:”

• Setores diretamente afetados – saúde, aviação, turismo, agropecuária, indústrias dependentes de insumos importados e setor exportador, entre outros que enfrentam queda direta de demanda.

• Setores indiretamente afetados – serviços, comércio, administração pública e educação, entre outros.

• Populações diretamente afetadas – residentes em áreas de alto contágio e trabalhadores(as) formais de setores direta ou indiretamente atingidos.

• Populações em situação precária – população de rua, autônomos, informais e outros grupos sem renda permanente e/ou sem acesso a qualquer possibilidade de obtenção de renda.

Veja a nota na íntegra AQUI.

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