Aconteceu no SINESP
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Ao manter plantões de servidores da Educação e de outras áreas, que diariamente têm se deslocado para suas Unidades de Trabalho, o prefeito contradiz suas declarações à Imprensa, de que todos deveriam estar em suas casas.

A educação, neste momento, não configura serviço essencial. Não faz sentido manter gestores e quadro de apoio nas escolas correndo riscos de contaminação, que pode ocorrer no trânsito até as unidades e no contato de pessoas que estarão dentro das unidades”, citou a Dirigente do SINESP Letícia Grisólio Dias em entrevista concedida ao Portal Periferia em Movimento.

O corpo jurídico do SINESP mantém-se em ação junto ao Ministério Público, por uma manifestação em defesa do afastamento dos Gestores Educacionais e do quadro de apoio dos plantões das suas Unidades de trabalho, colocando-os também em teletrabalho. Não há dúvidas de que isso é o mais sensato a fazer no momento.

As ações do SINESP no Ministério Público e o ofício enviado à Secretaria Municipal de Educação, para que os Profissionais sejam todos deslocados para teletrabalho, vêm sendo pautados pela mídia. 

>>> VEJA ABAIXO:

Coronavírus: Gestores de escolas públicas de SP querem home office

SP: Prefeitura prega quarentena, mas não dispensa funcionários em escolas-fantasma

Comentários   

# Salete Francisco 30-03-2020 20:47
Absurda essa exposição desnecessária dos gestores e equipes de apoio ao risco de contaminação pelo vírus. Temos que continuar lutando para reverter essa decisão de SME.
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