Aconteceu no SINESP
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●O dirigente do SINESP e Diretor de Escola Christian Sznick e a CREP por Capela do Socorro, representante do CRECE Central e Supervisora Escolar Maria Vilany participaram do ato live organizado pelo mandato do Vereador Donato, com coordenação do ex-vereador e ex-deputado estadual Adriano Diogo.

●Autoridades, ex-Secretários de Educação, Conselhos, Fóruns e Sindicatos participaram do ato live para defender a reabertura das escolas apenas em 2021, com total condições de segurança para todos!

Estiveram presentes, entre diversos outros, Anita Freire, viúva de Paulo Freire, Hélio Bacha, infectologista do Hospital Albert Einstein, Kezia Alves, do CRECE Central, os ex-Secretários de Educação Fernando José de Almeida, Cida Perez e Cesar Callegari (Mário Sérgio Cortella enviou um vídeo), o infectologista Gonzalo Vecina, Margarida Genofre, pela Aprofem, Claudete Alves, pelo Sedin, Maciel Nascimento, pelo Sindsep, Cleiton, pelo Sinpeem, Sueli Aparecida, da Pastoral do Menor, Ana Estela Haddad e Daniel Cara.

Em geral, todos mostraram a complexidade envolvida numa volta das crianças às escolas, por vários fatores, como o fato de São Paulo ser a cidade do país em que há mais crianças que vivem com idosos.

Maria Vilany, Supervisora em Capela do Socorro trouxe a luta da Supervisão Escolar que se manifestou contra um retorno sem respeito ao diálogo e à vida das pessoas.

O protocolo divulgado pela SME não olha a realidade das periferias, que receia a morte pela doença e a falta de condições de cura existentes.

Vilany apelou aos vereadores para que votem contra o PL 452/20. A defesa deve ser pela Escola Pública de Qualidade. O PL 452/20 interfere no Projeto Político Pedagógico das Unidades Educacionais e traz a precarização  da Educação Infantil , ampliando programas de compra de vagas não apenas no CEI, mas das EMEI.

O SINESP, através de dados do Retrato da Rede, pesquisa qualificada que realiza há mais de 12 anos, lembrou no Ato Live que a Rede Municipal de Educação já apresentava problemas em março.

A falta de estrutura somente se agravou durante a pandemia, com equipes reduzidas e adoecidas mentalmente e pela COVID, não chamada dos concursos vigentes por falta de vontade política e desejo do governo de efetivar contratações sem efetuar as chamadas.

A minuta do retorno da SME revela uma preocupação com a escola do futuro sem olhar para a escola de hoje. A RME não foi consultada antes dela ser escrita.

Os Gestores Educacionais convivem com cada vez mais atribuições e sem respeito pela SME, que não encaminha informações às Unidades Educacionais. Cartão alimentação, cestas e cadernos trilhas foram enviados para as Unidades Educacionais entregarem sem segurança física e sem EPI. A SME lança aos gestores e Unidades a responsabilidade da compra de itens para a pandemia sem uma lista, desrespeitando o princípio da licitação. A universalização do cartão merenda não é real, pois exige um cadastro e muitas famílias não tem acesso à internet.

Não se pode ter a volta. O respeito a vida de todos precisa ser a premissa principal!

Veja a live no Canal do SINESP no Youtube:

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