Aconteceu no SINESP
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Realizada na sexta, 04 de junho, a assembleia do SINESP ratificou e reforçou as complementações apresentadas pelo Fórum para as propostas do governo e decidiu seguir em unidade com as demais entidades sindicais na decisão sobre o futuro da greve.

A reunião dos Sindicatos da categoria com representantes do governo, intermediada por vereadores, deu início de fato à negociação da greve, uma vez que até agora não havia escuta e discussão efetiva por parte da SME.

Dessa discussão surgiu uma proposta da SME que traz algumas respostas às lutas da categoria, às pautas de reivindicações apresentadas e às discussões com os Sindicatos.

A essas propostas os Sindicatos acrescentaram ponderações e complementações, conforme detalhado no Boletim 13 e Ofício 15 (veja AQUI), e a exigência de ampliação da discussão para que de fato o impasse seja resolvido de forma que os profissionais de Educação possam exercer suas atividades com segurança e proteção à saúde e à vida.

Novas reivindicações

Na assembleia do SINESP, as questões levantadas no Fórum das Entidades foram ratificadas e outras foram aprovadas pelos presentes  para serem inseridas na reunião com o governo e vereadores marcada para segunda-feira, 07 de junho:

●Pagamento de 100% dos dias parados.

●Nenhuma punição para os grevistas.

●Garantia de reposição segundo a especificidade de cada unidade de trabalho, respeitando a deliberação do Conselho de Escola / Comunidade Escolar;

●Antecipação da vacinação para toda a educação, como algumas prefeituras já estão fazendo;

●Orientações claras da SME e das DREs para todas as diretrizes dúbias ou mal formuladas.

●Seguir em unidade com as demais entidades do Fórum na decisão sobre o futuro da greve a ser encaminhada após a reunião de negociação de segunda-feira, 07 de junho.

Nova reunião

Uma nova reunião do Fórum será realizada na segunda-feira, 07 de junho, às 10 da manhã, seguida da reunião das Entidades com o Secretário de Educação e outros representantes do governo e com a Câmara Municipal que está intermediando as negociações.

A expectativa é que dessa reunião saia uma proposta que possibilite avanços para os Profissionais de Educação em greve desde 10 de fevereiro de 2021.

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