O dióxido de carbono é responsável por cerca de 75% do aquecimento global, sendo o principal gás de efeito estufa.

Grande parte da sua emissão vem das atividades humanas, principalmente da queima de combustíveis fósseis para gerar eletricidade, energia para a indústria e meios de transporte e do desmatamento.

O problema é que a quantidade colossal de CO2 que estamos despejando na atmosfera (em torno de 40 bilhões de toneladas todo ano) não tem como ser absorvida na mesma velocidade da emissão pela natureza.

As emissões de carbono levam a um efeito estufa intenso e ao aquecimento global.

No entanto, não se trata apenas de uma mudança de alguns graus na temperatura média do planeta, mas sim de alterações profundas no comportamento físico do sistema como um todo.

Um planeta mais quente é um planeta com eventos climáticos extremos.

As ondas de calor cujo tempo de recorrência eram de 50 anos (ou seja, eram tão raras que ocorriam uma vez a cada 5 décadas) estão agora acontecendo praticamente uma vez por década.

Em um cenário de elevadas emissões de carbono, essas ondas de calor podem ficar até 39 vezes mais frequentes. Em outras palavras, seria o "novo normal".

As chuvas intensas, como no Rio Grande do Sul, são outra face do mesmo problema.

 

Veja o texto completo em:

https://www.uol.com.br/ecoa/faq/qual-e-o-papel-das-emissoes-de-carbono-na-crise-climatica.htm

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