Aconteceu no SINESP
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As últimas pesquisas confirmam a posição do SINESP e do CRECE (Conselho de Representantes dos Conselhos de Escola) de retorno às aulas presenciais somente em 2021, quando houver condições de segurança garantidas, com vacina e medicamentos disponíveis, taxa de contaminação controlada e ações do governo que resolvam pendências das escolas com infraestrutura física e humana.

Pesquisa Viver em São Paulo: Especial Pandemia – Parte 4, realizada pela Rede Nossa São Paulo, em parceria com o IBOPE Inteligência, revela que 81% dos paulistanos não querem retorno às aulas presenciais de escolas e creches.

O levantamento acaba de ser divulgado e traz dados sobre a experiência da pandemia de coronavírus e do isolamento social entre os internautas das classes AB e C da capital paulista.

>>> Clique para ler a íntegra da pesquisa “Viver em São Paulo: Especial Pandemia – Parte 4”, realizada pela Rede Nossa São Paulo, em parceria com o IBOPE Inteligência

CardCRECE SINESP Site

A parceria do SINESP com o CRECE é uma realidade que já vem de longa data. O CRECE é um colegiado importante para a defesa dos instrumentos de participação escolar. Ele é uma ponte para configurar uma ação conjunta entre a Gestão das Escolas e os pais de alunos nesse momento crítico da pandemia, em que a discussão sobre a reabertura das escolas ganha os holofotes e assusta a todos os envolvidos com o ambiente escolar.

Márcia Fonseca Simões, dirigente do SINESP e membro do CRECE, assinala que as famílias, nesse momento de discussão sobre o retorno das atividades presenciais, reconheceram que não há isolamento possível de ser feito em ambiente escolar, pela própria experiência que têm em casa com as crianças, na dificuldade de manter as regras de isolamento e de higiene.

"Estas famílias tiveram resposta quase unânime contra a reabertura das escolas e colocaram seu posicionamento tanto dentro dos conselhos de escola, como para as equipes das escolas e depois levaram para cada CRECE regional e depois para o CRECE Central. É um grupo muito grande contra o retorno!", destaca a dirigente.

Márcia acrescenta que o isolamento provocado pelo vírus é muito triste, mas aproximou escolas e famílias na busca de ocupar o espaço deixado pelo Poder Público, como aconteceu na distribuição de cestas básicas e no envolvimento de todos nos grupos de Whatsapp. "As escolas se recriaram e com isso estabeleceram novas parcerias Escola-Família".

Nota pública do CRECE já apontava posicionamento das famílias em julho

De acordo com nota pública do CRECE, do final de julho, cerca de 80% das famílias consultadas por centenas de escolas já eram contra o retorno às atividades presenciais em 2020. Aproximadamente 90% das famílias que responderam a enquete da Câmara Municipal também se posicionaram contrárias ao retorno em 2020 e, desde então, somente sentiriam segurança no retorno com a existência da vacina.

 

notapublicaCRECEintegra


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Ibope e Datafolha confirmam rejeição da sociedade perante um retorno antes da vacina

Para 72% dos brasileiros das classes A, B e C, os alunos só devem voltar a ter aulas presenciais depois que uma vacina para o novo coronavírus estiver disponível, segundo pesquisa Ibope divulgada no dia 7 de setembro (veja AQUI). Pesquisa Datafolha (veja AQUI) do dia 17 de agosto apontou que 79% acreditam que o retorno às aulas vai agravar a pandemia, mesmo percentual de pessoas que respondeu que as escolas devem ainda continuar fechadas por mais dois meses, no mínimo.

IBOPE

Retorno dos alunos à sala de aula deve ocorrer somente quando houver uma vacina?

54% concordam totalmente com a afirmação

18% concordam parcialmente

12% não concordam, nem discordam

7% discordam parcialmente

6% discordam completamente

3% não souberam responder

DATAFOLHA

O retorno das aulas nas escolas vai agravar ou não a pandemia?

Vai agravar: 79% (59% disseram que vai agravar muito, e 20% que vai agravar pouco)

Não vai agravar: 18%

Não sabe: 3%

As escolas devem ou não reabrir nos próximos dois meses?

Deveriam continuar fechadas: 79%

Deveriam ser reabertas: 19%

Não sabe: 1%

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