Marcha das Mulheres Negras de São Paulo

Aconteceu no SINESP

Coerente com os compromissos históricos, assumidos desde a fundação em 1992, o SINESP se fez presente na Marcha das Mulheres Negras de São Paulo, apoiando a luta contra o racismo, a misoginia, o fascismo e a lgbtfobia.

Dirigentes Sindicais do SINESP compareceram à Marcha das Mulheres Negras de São Paulo, realizada na região central de São Paulo na noite de 25 de julho. O evento comemorou o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e o Dia Nacional de Tereza de Benguela, e apresentou à sociedade uma pauta de reivindicações.

Evento reforça potência das mulheres negras e cobra equidade e garantia de direitos

A marcha denunciou os dias difíceis enfrentados, sobretudo pela população preta, principal vítima das políticas equivocadas de segurança pública, da falta de medidas efetivas de combate à fome e à pandemia de Covid-19 e da falta de recursos na área da saúde.

Outra reivindicação da marcha é que mais mulheres negras sejam eleitas para cargos do Executivo e do Legislativo, com o intuito de criarem uma agenda que debata os temas sensíveis à população preta, sobretudo às mulheres.

A marcha cobrou ações em prol da saúde e da educação, políticas de combate à fome, ao desemprego, ao desmatamento e exigiu o fim dos ataques aos quilombolas e indígenas.

A presença do SINESP na Marcha das Mulheres Negras de São Paulo reafirma os compromissos do Sindicato desde a sua fundação, 30 anos atrás, e reforça os princípios e lutas ratificados no último Congresso no combate ao preconceito, à discriminação, ao racismo, à xenofobia, à lgbtfobia, à misoginia e à intolerância correlata, visando à valorização e ao respeito à diversidade. O SINESP também luta contra toda forma de discriminação de gênero como reconhecimento da importância social do trabalho da mulher.

Entre as diversas lutas neste sentido, destacam-se:

-  A manutenção e fortalecimento pelo SINESP de formação, núcleos de discussão, campanhas e ações afirmativas contra todos os tipos de discriminação e preconceitos com referência a afrodescendentes, indígenas, migrantes, opção política, gênero e sexualidade, misoginia, idade e diferentes quadros de deficiência – intelectuais, físicas, auditivas e visuais. Contato com outras entidades que comunguem os mesmos princípios expressos no nosso movimento de luta, contribuindo para a implementação de ações que respaldem as políticas públicas.

- A luta por políticas públicas de atendimento educacional à juventude negra e indígena e às mulheres com filhos (as) vítimas de múltiplas exclusões e alta vulnerabilidade social, com garantia de acesso e permanência.

Dirigentes Sinesp Marcha das Mulheres Negras

Dirigentes Sinesp Marcha das Mulheres Negras de São Paulo

Dirigentes Sinesp Marcha das Mulheres Negras Julho de 2022

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