COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E O ACOLHIMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL EM CONTEXTOS DE MIGRAÇÃO E REFÚGIO

Marilene Sales de Melo[1]

Resumo

Este artigo tem por objetivo descrever vivências e experiências do trabalho da coordenação pedagógica no segmento da Educação Infantil, na Rede Municipal de Ensino de São Paulo, tendo em vista processos formativos que valorizem o acolhimento de crianças advindas de famílias em contextos de migração e refúgio. Está pautado pela pesquisa-ação e pela concepção de que migrar é um direito humano, sendo os ambientes escolares importantes espaços de acolhimento e de inserção das crianças e de suas famílias. Observa que o entrelaçar de culturas propicia aprendizagens para todos no cotidiano escolar.

Palavras-chave: Coordenação pedagógica. Acolhimento. Educação infantil. Migração. Refúgio.

Introdução

Neste item, descreverei minha trajetória na coordenação pedagógica da Rede Municipal de Ensino de São Paulo, em relação ao tema foco deste trabalho, que versa sobre o fazer enquanto coordenadora pedagógica em contextos com presença de crianças cujas famílias são oriundas de outros países e sobre como o processo formativo pode propiciar o melhor acolhimento no cotidiano da unidade.

Como coordenadora pedagógica na referida Rede, atuei nos últimos anos em unidades educacionais da região central, mais precisamente nos bairros do Brás e da Consolação, que, nos últimos anos, têm recebido um número muito grande de crianças e famílias migrantes externas. A atuação com esse público trouxe grandes aprendizagens e desafios para o meu fazer cotidiano na coordenação pedagógica em Educação Infantil. Acolher e desenvolver processos de formação com foco em crianças e famílias advindas de outros países, outras culturas e, muitas vezes, falando outros idiomas – afinal nem sempre o português é a primeira língua falada nesses contextos – são questões que trazem desafios para serem pensados e delineados nos percursos formativos das educadoras e dos educadores que estão com essas crianças no dia a dia da unidade escolar.

Durante os anos de 2016 a 2019, atuei como coordenadora pedagógica na Escola Municipal de Educação Infantil (Emei) João Mendonça Falcão, na região do Brás, conhecida historicamente por ser uma região de comércio e de acolhida de migrantes, tanto externos como internos. Durante o período de trabalho nessa unidade escolar, chegamos a receber crianças com famílias de 13 nacionalidades[2]. Desde 2020, atuo na Emei Gabriel Prestes, também na região central da cidade de São Paulo, no bairro da Consolação, que recebe crianças com famílias vindas de 17 países[3].

Atuar nesse contexto exige um olhar ampliado para a acolhida e a interconexão entre culturas, a valorização das paisagens linguísticas propiciadas pelos diferentes idiomas e a abertura para conhecer e acolher quem chega, entendendo que essas crianças e suas famílias não são “estrangeiras”; são pessoas exercendo seu direito de migrar. Esses elementos precisam ser valorizados nos processos formativos, de maneira que haja deslocamentos com relação a crenças e concepções que possam impedir um melhor acolhimento e a aprendizagem de educadores e crianças sobre quem chega por meio de processos migratórios.

A Emei João Mendonça Falcão, alicerçada em processos formativos, disponibilidade e compromisso de suas educadoras, teve um grande reconhecimento do seu trabalho com contextos migratórios, que foi até apresentado em 2018, em um evento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para lançamento do Relatório de Monitoramento Global da Educação (UNESCO, 2018). Em 2019, a unidade recebeu o Prêmio Territórios Educativos[4], do Instituto Tomie Otake, com o projeto Música e Brincar por Todos os Cantos e Encantos da Infância, que traz a temática da linguagem musical no acolhimento das crianças. A unidade também teve um relato de prática do trabalho desenvolvido na Emei publicado na Revista Infância Latinoamericana, do Instituto Rosa Sensat (MELO, 2019), que versou sobre o currículo da Educação Infantil em contextos de migração e refúgio.

Desde 2020, venho atuando na Emei Gabriel Prestes, que faz parte do Território Educativo das Travessias, composto por cinco Emeis da região central da cidade[5] que, juntas, pensam em ações em prol das crianças, das famílias, das educadoras e dos educadores do Território, contando com o apoio de parceiros. Nessa unidade, também encontrei a presença migrante, vinda de diferentes países e continentes. Enquanto território, tivemos a organização de um vídeo conjunto em que as famílias relatam e apresentam elementos de sua cultura de origem. O vídeo foi lançado na Virada Educação 2020, evento organizado anualmente pelo Território Educativo das Travessias. No ano de 2021, temos contado com a parceria do Museu da Imigração, que tem nos apoiado na reflexão sobre questões relacionadas a migração, refúgio, direito de migrar e acolhimento das crianças.

Ao final de 2020, compartilhei as experiências vividas na Emei João Mendonça Falcão e na Emei Gabriel Prestes no XIX Seminário de Língua Portuguesa, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (Feusp), a convite da frente responsável pelas temáticas de imigração e refúgio. Essas experiências também foram compartilhadas em uma live organizada pelo Movimento Ocupa a Cidade.

Refletir, vivenciar e relatar essas experiências têm marcado meu fazer enquanto coordenadora pedagógica. Assim, este artigo tem como objetivo discorrer sobre o papel da coordenação em contextos de migração e refúgio, tendo em vista processos formativos e ações que acolham diferentes culturas, línguas e visões de mundo.

Contextos de migração e refúgio na Educação Infantil

Nos últimos anos, Emeis da cidade de São Paulo têm recebido crianças com famílias vindas de diferentes países, por conta da intensificação dos fluxos migratórios internacionais. As pessoas migram por diferentes motivos, que vão desde a vontade própria até a coerção. Receber essas famílias e suas crianças nas instituições educacionais tem sido um desafio colocado na contemporaneidade.

De acordo com Braga (2019, p. 3):

No panorama da educação brasileira no contemporâneo, a presença de imigrantes na escola é fenômeno que constitui como problemática atual, que desafia os sujeitos envolvidos no processo ensino-aprendizagem e formuladores de políticas públicas, pois implica em transformações no cenário educacional. Ao se deparar com o fenômeno migratório, coloca-se em evidência a necessidade das redes de ensino construírem políticas educacionais que favoreçam o acolhimento dos estudantes migrantes, pois é no ambiente escolar que o direito à educação se efetiva.

Migrar é um direito humano, e para que ele seja realmente efetivado, são necessárias ações tanto das unidades educacionais que recebem as crianças quanto de outras instâncias do poder público. As ações pertinentes às unidades educacionais estão relacionadas a como as crianças são acolhidas e inseridas no contexto escolar, de forma a terem garantido seu direito à educação.

Ser acolhido e aprender a acolher

Na atualidade, deparamo-nos com esse desafio contemporâneo da educação de crianças migrantes, que nos leva a buscar caminhos muitas vezes ainda não trilhados; caminhos em que haja aprendizagem para todos; em que as crianças se sintam acolhidas e saibam acolher as meninas e os meninos que chegam; em que educadores se sintam fortalecidos para o trabalho em contextos interculturais diversos; em que a paisagem linguística da escola seja reflexo da pluralidade de idiomas presentes em seu cotidiano.

A partir dessa perspectiva, acolher crianças e famílias passa a ser algo relevante para o Projeto Político-Pedagógico (PPP) da unidade que recebe as crianças todos dias, mais ainda quando elas são oriundas de famílias que vivenciam processos migratórios.

Para Staccioli (2013), o acolhimento demanda garantir oportunidades de experiências e vivências para as crianças, reconhecendo suas singularidades e identidades, pois cada uma tem sua própria história. No entanto nem sempre o acolhimento é tranquilo, por isso a necessidade de questionar, refletir, recuperar situações e aprender com os equívocos que surgirem. Na Educação Infantil, o brincar terá lugar privilegiado nesse acolhimento, assim como o princípio da confiança e o apoio dos adultos, avaliando as necessidades das crianças, de forma a valorizar os acontecimentos do cotidiano.

Dessa forma, a coordenação pedagógica coloca-se como importante parceira dos educadores na elaboração de percursos formativos que acolham crianças e famílias nos ambientes, tempos e espaços da unidade educacional, auxiliando e apoiando reflexões, projetos e fazeres cotidianos.

O papel da coordenação em contextos migratórios

A coordenação pedagógica tem um papel importante como articuladora de processos formativos e de apoio às ações da equipe escolar. O trabalho a ser realizado, como bem assinala Garrido (2001), já é por si mesmo complexo e essencial, com caráter formador, articulador e transformador, que demanda a compreensão da realidade escolar e de seus desafios, de maneira a construir consistências entre ações pedagógicas que sejam solidárias e não conflitem entre si. Para isso, não existem receitas; as soluções vão depender de cada realidade.

Durante seu fazer em uma unidade escolar, a coordenação tem o desafio de escutar atentamente a equipe, visitar e revisitar o PPP, mapear o território em que a escola habita, conhecer a comunidade presente ali e, a partir das observações, elaborar junto com a equipe escolar roteiros formativos que dialoguem com a realidade encontrada. Exercer esse papel em contextos de migração e refúgio exige também um olhar aguçado para respeitar e valorizar singularidades, identidades e diferentes culturas.

Não há receitas, mas caminhos possíveis...

Neste tópico, compartilharei o caminho metodológico realizado no trabalho desenvolvido na Emei João Mendonça Falcão, principalmente nos anos de 2018 a 2019. Esse caminho dialoga com a chamada “pesquisa-ação”, que, de acordo com Thiollent (2011), é uma maneira de conceber e organizar uma pesquisa com propósitos práticos e que tenha a participação dos atores da situação observada. Ela não é somente composta pela ação ou pela participação, pois exige produzir conhecimentos e adquirir experiências, de forma que as discussões e os debates avancem acerca do tema levantado.

Etapas do processo

  1. Análise inicial do contexto da unidade escolar (avaliações e PPP).
  2. Escolha coletiva do tema do Projeto Especial de Ação (PEA)/2019 e delineamento do percurso formativo.
  3. Elaboração da Carta de Intenção da Unidade e de cada turma.
  4. Elaboração de Projetos Temáticos a partir da Carta de Intenção da turma, em diálogo com o PPP da unidade e com a temática eleita para o PEA.
  5. Fortalecimento de parcerias.

Resultados

A análise inicial do contexto da unidade mostrou no PPP a importância de não se perder de vista a essência da concepção de “criança” como aquela que é sujeito histórico e de direitos, que, nas interações, relações, brincadeiras e práticas cotidianas, vivencia e constrói sua identidade pessoal e coletiva, produzindo cultura.

A questão prioritária de refletir mais sobre as temáticas relacionadas aos processos migratórios foi escolhida pela equipe como tema do PEA/2019, que teve como título “As Infâncias e o Currículo da Educação Infantil em Contextos de Migração e Refúgio”. A escolha teve como base a população atendida, a concepção de “criança” do PPP da unidade e as observações das avaliações realizadas no ano de 2018 de forma conjunta pelas equipes docentes, de apoio e gestora e por familiares e responsáveis, com participação no conselho de escola. As observações também se basearam na avaliação institucional participativa realizada a partir do documento Indicadores de Qualidade da Educação Infantil Paulistana (SÃO PAULO, 2016), que tem representatividade tanto das famílias como das educadoras da unidade. Após a escolha da temática e da elaboração do PEA, os estudos foram iniciados seguindo um percurso formativo delineado em conjunto pela coordenação pedagógica e pelas professoras.

Uma Carta de Intenção[6] foi elaborada coletivamente em português e, com ajuda de parceiros, traduzida em espanhol, francês e inglês. Além de serem entregues aos familiares das crianças, as versões foram afixadas em pontos estratégicos da unidade, como no portão de entrada e próximas à Secretaria. Também foram confeccionadas bandeiras dos países de origem das famílias, que foram afixadas no pátio interno da unidade, e placas com a frase “Bem-vindo”, em diferentes línguas, que foram afixadas no corredor externo.

Com base nas reflexões desenvolvidas nos momentos formativos sobre acolhimento e os desafios de como desenvolver experiências e vivências para crianças com culturas e origens tão diversas, foram elaborados projetos temáticos em diálogo com o PPP, o PEA/2019 e a Carta de Intenção de cada turma, valorizando a escuta das crianças e de suas famílias e a exploração do território da unidade e de seus arredores. Para isso, contamos com a contribuição de vários parceiros institucionais, que colaboraram para dar visibilidade às infâncias, às famílias migrantes e ao trabalho das educadoras. O contato com os parceiros foi conseguido tanto pelo empenho da gestão da unidade quanto das próprias professoras. Caminharam conosco nesse percurso: o Instituto Amigos da Praça nos Trilhos da Cidadania, o Instituto Gamaro, as educadoras musicais Cíntia Campolina e Paula Castiglioni, a Universidade Anhembi Morumbi (Licenciatura Dança), a Universidade Cruzeiro do Sul (Odontologia), voluntários do Itaú Social, a Banda dos Seguranças do Metrô de São Paulo, a Faculdade das Américas (Pedagogia), a Corrida Amiga, o Coral Cantábile, a Biblioteca Hans Christian Andersen, o Grupo de Escoteiros Umuarama, a Escola de Samba Colorado do Brás, o Centro de Referência e Atendimento ao Imigrante (Crai), o Museu da Imigração, o Museu da Língua Portuguesa (Projeto Ônibus a Pé), o Museu de Arte Sacra, o palhaço voluntário Zazá, a jornalista Júlia Bandeira, a professora de espanhol Ana Del Carmen, o Coral das Passarinhas, a professora de danças orientais Rita Guilherme, o CEI Nazir Miguel, a Diretoria Pedagógica (Diped) e a Divisão dos Centros Educacionais Unificados e da Educação Integral (Diceu) da Diretoria Regional de Educação (DRE) Penha. Cada um, à sua maneira e dentro de suas possibilidades, contribuiu para enriquecer e ampliar as experiências e as vivências de crianças, educadoras e famílias.

Em todos os momentos, o papel da coordenação foi articular, ouvir e alinhar o trabalho desenvolvido, sempre buscando fortalecer a atuação conjunta da direção da unidade, do quadro de apoio, das famílias e dos parceiros externos, contando com o compromisso das professoras.

Desafios existiram. Alguns, históricos na Rede Municipal de Ensino de São Paulo, como turmas com 35 crianças para um único educador, falta de recursos humanos e tantas outras questões, em sua maioria estruturais, que demandam ações do poder público. Desafios idiomáticos também estiveram presentes, principalmente com crianças de origens árabe e chinesa. Apesar dos desafios, o caminho trilhado mostrou-se possível no contexto em que nos encontrávamos.

Conclusões

Sendo os fluxos migratórios um fenômeno tão contemporâneo, exigem uma reflexão pautada na realidade presente, com ações pontuais de cada unidade escolar, mas também com políticas públicas consistentes. Migrar é um direito que deve ser assegurado. A coordenação pedagógica tem importante papel na articulação de percursos formativos que prezem o acolhimento das crianças, independentemente de origens e culturas. Cada unidade, no entanto, tem um percurso próprio que necessita ser identificado para ser trilhado e, a partir daí, no diálogo constante e bem delineado entre todos os atores do cotidiano escolar, trilhar seus próprios caminhos, construindo projetos possíveis com base na realidade encontrada.

Espero que essas reflexões iniciadas aqui contribuam para o fazer cotidiano na gestão escolar, principalmente na atuação da coordenação pedagógica. Que o relato aqui exposto contribua para iluminar novas ideias e reflexões sobre os desafios presentes na educação ao lidar com contextos de migração e refúgio.

Referências

BRAGA, A. C. O estado da arte da Educação para imigrantes. Ponto-e-Vírgula – PUC-SP, n. 25, p. 2-14, 2019.

GARRIDO, E. Espaço de formação continuada para o professor-coordenador. In: BRUNO, E. B. G.; ALMEIDA, L. R.; CHRISTOV, L. H. (Orgs.). O coordenador pedagógico e a formação docente. São Paulo: Edições Loyola, 2001, p. 9-15.

MELO, M. S. Experiencias. Infancias y el curriculum de la educación infantil en contextos de migración y refugio. Infancia latinoamericana, n. 26, dez. 2019. Disponível em: <https://www.rosasensat.org/revista/infancia-latinoamericana-26-comunidad-y-territorio/experiencias-infancias-y-el-curriculum-de-la-educacion-infantil-en-contextos-de-migracion-y-refugio/>. Acesso em: 04 nov. 2021.

SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Indicadores de Qualidade da Educação Infantil Paulistana. São Paulo: SME/DOT, 2016. Disponível em: <http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Indicadores-de-Qualidade-da-Educacao-Infantil-Paulistana>. Acesso em: 07 nov. 2021.

STACCIOLI, G. Diário do acolhimento na escola da infância. Campinas, SP: Autores Associados, 2013.

THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. São Paulo: Cortez, 2011.

UNESCO. Relatório de Monitoramento Global da Educação 2019: migração, deslocamento e educação; construir pontes, não muros. Brasília, 2018. Disponível em: <https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000265996_por/PDF/265996por.pdf.multi>. Acesso em: 07 nov. 2021.

 

[1] Especialista em Sociologia da Infância pela Universidade Federal de São Carlos. Graduada em Letras, em Pedagogia e em Produção Multimídia. Coordenadora pedagógica da Rede Municipal de Ensino de São Paulo.

[2] Bolívia, Colômbia, Chile, Haiti, Peru, Paraguai, Venezuela, Congo, Serra Leoa, Nigéria, Angola, Coréia do Sul e China.

[3] Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, República Dominicana, Venezuela, Angola, Cabo Verde, Guiné, Nigéria, República da Costa do Marfim, Senegal, Portugal, Reino Unido, Síria e China.

[4] O vídeo produzido pelo Instituto Tomie Otake sobre o projeto da Emei João Mendonça Falcão está disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=espYQmxlKns&t=25s>.

[5] Emeis que compõem o Território Educativo das Travessias: Emei Armando de Arruda Pereira, Emei Gabriel Prestes, Emei João Theodoro, Emei Monteiro Lobato e Emei Patrícia Galvão.

[6] A Carta de Intenção da unidade teve como foco destacar os pontos que seriam fundamentais conhecer sobre o PPP da instituição e, de certa maneira, também ser ponto de partida da Carta de Intenção de cada agrupamento, delineando os projetos, as intencionalidades e as experiências a serem proporcionadas a cada turma.

 


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